Categoria: Pais e Filhos

Suicídio na adolescência: tristeza e solidão não tem idade!


Suicídio na Adolescência
Precisamos falar sobre suicídio na adolescência!

Suicídio na adolescência

Após a repercussão do “Jogo Baleia Azul” originado na Rússia, que ocasionou vítimas fatais ao redor do mundo e com a visibilidade da série “13 Reasons Why”, o tema vem tendo maior visibilidade mundial.

Infelizmente o suicídio é um tema tabu em toda a sociedade, essa cultura do silêncio precisa ser emergencialmente quebrada! O ato ainda é relacionado com um olhar de incompreensão e julgamento, e isso se intensifica quando o suicídio é cometido por crianças ou adolescentes, como se essa demanda também não pudessem ser invadidos por tristeza, solidão ou por transtornos psíquicos.

É na adolescência que os sentimentos são vivenciados com grande intensidade, e a busca da própria identidade favorece o surgimento de sentimentos como insegurança e inferioridade. Culturalmente o adolescente é reconhecido por sua “aborrescência”, e no lugar de dar voz e espaço para o compartilhamento dessas emoções, os adultos de forma inconsciente não dão credibilidade ao sofrimento presente nessa fase da vida, dificultando ainda mais um espaço potencial para falar sobre tais questionamentos.

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Com o bullying não se brinca! 5 perguntas essenciais para entender, identificar e combater!


Combatendo o Bullying
Não silencie essa dor!

“Frequentemente nos deparamos com as seguintes frases “No meu tempo não existia essa frescura de Bullying”, “É apenas brincadeira de criança”, “Isso é coisa da idade”, “Isso só acontece na escola”.

Se essas falas são frequentes no nosso dia a dia, significa que precisamos emitir um sinal de alerta e informar a todos definitivamente que a indiferença, violência, exposição desnecessária e desrespeitosa cometidas pelo “inofensivo bullying” é um dos principais causadores de automutilação, suicídio e porta de entrada para transtornos psicológicos como, Transtorno de Ansiedade Generalizada e até mesmo o Transtorno Depressivo.

1 – O que é o bullying?

O termo bullying vem do inglês bully que significa “valentão”. É importante ressaltar que o bullying sempre existiu. O primeiro a estudar o fenômeno foi Dan Olweus, professor da Universidade da Noruega, no fim da década de 1970.

Com o avanço da internet e a facilidade de acesso aos meios de comunicações, o termo passou a ser compartilhado com mais frequência, alcançando a popularidade do termo principalmente (e infelizmente) por ocorrer casos trágicos, ocasionando porcentagens representativas de suicídio em várias partes do mundo.

O bullying é caracterizado por agressões verbais e/ou físicas, realizadas repetidamente e intencionalmente com o objetivo de ferir fisicamente e/ou psiquicamente um único alvo. O agressor necessita de uma plateia concordante com a violência (aqueles que dão risadas, assistem e fazem comentários reforçando a existência da prática), para então, cometer a ação de desrespeito.

O ataque é iniciado quando o agressor identifica que o alvo está sozinho ou em minoria. Vale ressaltar que, quem presencia o ato e permanece sem reação de proteção, ou sem uma tentativa de acabar com a violência, também comete o bullying de uma forma secundária, porém tão severa quanto o próprio agressor.

 

Bullying!
Não se brinca com agressão! Diga NÃO ao Bullying!

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“Síndrome do Ninho Vazio”: quando a casa barulhenta se torna silenciosa!

Síndrome do Ninho Vazio

Síndrome do Ninho Vazio

O filme: Minha mãe é uma peça 2

Após assistir o filme “Minha mãe é uma peça 2”, senti a necessidade de compartilhar com vocês sobre o tema “Síndrome do ninho vazio”. Apesar de o tema ser apresentado de uma forma muito criativa e divertidíssima, vale ressaltar que, há um sofrimento natural ao ver os filhos criarem assas, e é sobre isso que vamos abordar nesse texto.

Síndrome do Ninho Vazio
Síndrome do Ninho Vazio

Voar para longe do aconchego dos pais é um movimento natural e necessário para o crescimento e amadurecimento de novas responsabilidades dos filhos. Independente do motivo que provocou a saída de casa, a ausência e o silêncio de uma casa vazia afetará intimamente a dinâmica familiar, necessitando de uma readaptação de quem permanece no lar; os pais.

Sobre o Termo: “Síndrome do Ninho Vazio”

O termo “síndrome” faz referência a um conjunto de sintomas, ao associar com o “ninho vazio” remete a ideia do esvaziamento de troca de afeto entre pais e filhos. Porém vale ressaltar que, inconscientemente os pais associam a saída dos filhos com o distanciamento afetivo, causando grande sofrimento. O amor não acabará, ele apenas será vivenciado por outro ângulo, sair de casa não significa rompimento da importância dos pais no novo caminhar dos filhos.

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