Psicologia

2 de Abril Dia Mundial de Conscientização do Autismo (Conhecendo um Pouco Mais)

Que cada pessoa é uma pessoa, nós sabemos! Afinal, a variação genética e a personalidade é o que distingue os seres humanos. Entretanto é na infância que iniciaremos a nossa formação como pessoas.

Agora, você já deve ter ouvido, ou até visto crianças autistas. Mas, então, autismo o que é?

O que é autismo?

2 de Abril Dia Mundial de Conscientização do Autismo

Neste artigo de hoje, iremos tentar entender um pouco mais sobre o autismo. O autismo é um transtorno de desenvolvimento que geralmente aparece nos três primeiros anos de vida e compromete as habilidades de comunicação e interação social.

Em maio de 2013 foi lançada a quinta edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-V), que trouxe algumas mudanças importantes, entre elas novos diagnósticos e alterações de nomes de doenças e condições que já existiam.

O que é o autismo, então? Por ser um distúrbio com diferentes níveis de comprometimento, recebe o nome de “espectro autista” – para entender melhor, imagine um dégradé, que vai de cores muito escuras, em que se encontram os casos mais graves, até os tons mais claros.

Para compreender tudo sobre o autismo é preciso saber sua origem, entretanto não existe uma forma exata de dizer de onde o autismo se origina, mesmo que as pesquisas na área sejam cada vez maiores e intensas.

Pesquisas Sobre o Autismo

De acordo com a Associação Médica Americana, as chances de uma criança desenvolver autismo por causa da herança genética é de 50%, sendo que a outra metade dos casos pode corresponder a fatores externos, como o ambiente de criação.

Provavelmente, há uma combinação de fatores que levam ao autismo. Sabe-se que a genéticas e agentes externos desempenham um papel chave nas causas do transtorno.

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Conscientização do Autismo

Então, muitos genes parecem estar envolvidos nas causas do autismo. Alguns tornam as crianças mais suscetíveis ao transtorno, outros afetam o desenvolvimento do cérebro e a comunicação entre os neurônios. Outros, ainda, determinam a gravidade dos sintomas.

Estudos apontam que o autismo e seus distúrbios relacionados são muito mais comuns do que se imagina. Não está claro se isso se deve a um aumento na taxa da doença ou à maior capacidade de diagnóstico do problema.

O autismo afeta quatro a cinco vezes mais meninos do que meninas. Renda familiar, educação e estilo de vida parecem não influenciar no risco de autismo. Alguns médicos tentam se aprofundar em tudo sobre o autismo e assim diagnosticar o mais cedo possível. Já se sabe que a maior incidência de autismo se deve a novas definições do transtorno.

Como hoje em dia, uma criança diagnosticada com autismo altamente funcional poderia ser simplesmente considerada tímida ou com dificuldade de aprendizado há 30 anos atrás.

E aí estão as dúvidas sobre o que é o autismo, já que o um diagnostico pode se confundir com muitos outros distúrbios, incluindo a personalidade da criança.

Primeiro, o sexo da criança, meninos são de quatro a cinco vezes mais propensos a desenvolver autismo do que meninas.

Em seguida o histórico familiar, já que famílias que já tenham tido algum integrante com autismo correm um maior risco de ter outro posteriormente, estamos falando aqui da carga genética.

Outros transtornos, para identificarmos o que é autismo, são crianças que possuem alguns problemas de saúde específicos tendem a ter mais riscos de desenvolver autismo do que outras crianças, como por exemplo, epilepsia e esclerose tuberosa estão relacionados ao autismo.

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A idade dos pais também é um fator que merece ressalva, quanto mais avançada a idade dos pais, mais chances de a criança desenvolver autismo até os três anos.

Por exemplo, entre as doenças que são confundidas com o autismo, temos:

  • Síndrome de Rett: muito diferente do autismo, só ocorre no sexo feminino
  • Transtorno desintegrativo da infância: doença rara em que uma criança adquire as habilidades e depois esquece tudo antes dos 10 anos de idade
  • Transtorno de desenvolvimento pervasivo: não especificado, também chamado de autismo atípico.

Fatores de risco são peças chaves para saber o que o autismo é, ou de onde tem origem o distúrbio.

Uma das grandes características que identificam o que é o autismo é a dificuldade de Interação social, já que a criança possui dificuldade de fazer amigos, na escola, por exemplo, não participa de programas em grupo.

Neste ponto do artigo, eu recomendo a leitura do artigo que escrevi sobre “Autismo: 7 coisas que toda criança com esse transtorno gostaria que você aprendesse!” vale muito conhecer um pouco mais cobre como uma criança autista enxerga o mundo.

A criança também aparenta ser mais retraída, além de não costumar não responder a contatos visuais. Essas ações salientam a prioridade que elas têm de ficarem sozinhas.

Outra característica que denomina o que é autismo é a falta de costume, ou pró atividade em responder a informações sensoriais, tais como não se assusta com sons altos, possuir a visão, audição, tato, olfato ou paladar ampliados ou diminuídos, além de poderem achar ruídos normais dolorosos e cobrir os ouvidos com as mãos, também podem ter dificuldades em ter contato físico.

Mas como identificar o que é o autismo?

Na maioria dos casos crianças, em geral, dão os primeiros sinais de autismo logo no primeiro ano de vida. Se você notar qualquer sinal do transtorno em seu filho, converse com um médico.

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Dia do Autismo - Acompanhamento medico

Ele poderá recomendar exames específicos. Provável que um pediatra consiga fazer o diagnóstico de autismo, analisando os sintomas. No entanto, você pode ser encaminhado para um centro especializado em que equipe multidisciplinar avaliará a criança.

Para o diagnóstico do que é autismo, e se seu filho possui o transtorno O médico procurará por sinais de atraso no desenvolvimento da criança.

Se observados os principais sintomas do autismo, ele encaminhará a criança em questão para um especialista, que poderá fazer um diagnóstico mais exato e preciso. Geralmente, ele é feito antes dos três anos de idade, já que os sinais do transtorno costumam aparecer cedo.

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Psicóloga graduada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, pós-graduanda em Arteterapia pelo IJEP (INSTITUTO JUNGUIANO DE ENSINO E PESQUISA) e proprietária do Lysis Consultório de Psicologia. Ser Psicóloga é entrar em contato direto com as fragilidades e potencialidades humanas. Estar em contato direto com o intimo de cada ser, é o que dá sentido a minha existência. CRP Ativo 06/120305

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